martedì, febbraio 24, 2009

O Primeiro Bloomsday em Natal


Caríssimo Francisco Ivan,
menino, esta história de procurar o material do Bloomsday deixou meu coração capenga em alvoroço. A lembrança daquele dia que durou mais que as suas horas, que começou antes do tempo e que de repente ressuscitou e fugiu enlouquecido da vala comum da memória adormecida onde jazia, tirou tudo do lugar, abriu tantas gavetas emperradas revirou a papelada, amarelada, abandonada e as fitas que guardavam imagens estremecidas de moças bonitas recitando em coro a oração de Molly Bloom, numa filmagem improvável feita com uma videocâmera nervosa nas mãos do Alfredo Giacometti que morreu no dia primeiro de janeiro deste nosso 2009. Aquela escultura amorfa de fumaça que eu chamei famigerada por conta de uma briga feia que se travava há muito tempo dentro de mim e que naquele dia explodiu na Babilônia quebrando as vidraças e lançando panelas de óleo fervendo pela janela e causando aquele fuzuê danado, foi também um Bloomsday, o primeiro Bloomsday em Natal, segundo o Folhetim da Babilônia número 2 que diz: "Dublin, 16 de Junho 1904, Bloomsday! O relato de um único dia na vida de Leopold Bloom, protagonista do Ulysses de James Joyce, que tornou-se o símbolo da revolução literária do século XX. Natal, 16 de Junho de 1993. O Professor Francisco Ivan da Silva, representante da Associação Brasileira de Estudos Irlandeses, juntamente com o Espaço Cultural Babilônia, organizam um evento instigante para comemorar o Primeiro Bloomsday em Natal." E aí tem fotos de Eulício Lacerda e do Professor Wladson Pinheiro que leu a tradução que fez da última página de Ulysses em Interlíngua. E tem também o João da Rua com aqueles olhos colírico de serafins que passeiam pela pubiscidade à dobra da baía miramares. E Falves Silva que apresenta suas colagens e desenhos eróticos num depoimento pudicamente tímido e comovente. Tem também o poeta Franklin Capistrano recitando joyceanamente seus poemas visuais e visionários que enaltecem e lamentam a posição de eterna avanguarda à qual a grande literatura é inremediavelmente condenada. E a Ilária Ferreira, uma Molly atrás dos óculos, que no seu Português lê textos de Joyce. Mas a grande epifania da noite daquele dia foi o rito erótico de vozes, de faces, de corpos de mulheres celebrando os SIMS, únicos deuses capazes de erguerem os homens aos céus, pronunciados em Francês, pela Florence Dravet, em Inglês pela Irene Sedda, em Portanhol pela Graça Pinto, em Italiano pela minha amada Gigliola e em Português de um Brasil mais Nordestino e belo da belíssima Fátima Arruda. E tem tanta foto, menino, do público incrédulo naquela noite babilônica frequentada por Salésia Dantas com o irmão dela, Tácito Costa conversando com Marize Castro, uma roda quente de Afonso Martins, Volonté, Marcelo Fernandes e o grande Chico Miséria esfolhando o Folhetim número zero que foi lançado naquele dia. É, Mestre Francisco Ivan, não tem mesmo nada mais luxuoso, como você disse na sua fala, de frente ao atlântico mar de Ponta Negra, do que recitar Joyce numa noite de Natal, mesmo com a fome, com a seca, com a opressão , com os roubos... Prometo enviar-lhe fotos e o vídeo quando tiver sido restaurado. Mande-me notícias deste povo e o abraço eu espero-lhe dar quando você chegar por aqui, no próximo Bloomsday.
Ayres

lunedì, febbraio 23, 2009

Bloomsday 1993 - Evento

Bloomsday 1993 ensaio

O primeiro Bloomsday de Natal. Espaço Cultural Babilônia. Ensaio da leitura da última página de Ulysses de James Joyce

martedì, febbraio 03, 2009

Babilonia Natal Network

Retrato de Família no Tempo


Fiz esta foto ao lado do retrato do meu bisavô, Augusto Marques, para ver se somos parecidos. O que é que você acha? Ficaria muito grato a quem me ajudasse a desvendar o mistério desta figura ilustre e fascinante da nossa família.

venerdì, gennaio 30, 2009

Amica per Eccellenza

Autoritratto con Paola, Gi e Marina. Natal, 1998
Carissima Paola,
tu sai che ti ho sempre riconosciuta come l'amica per eccellenza di Gigliola e la vera madrina della nostra unione. Mi piace tantissimo Bologna, e tutti gli emiliani mi stano simpatici per che mi fanno ricordare te. Ti chiedo di abbracciare e baciare i tuoi genitori a nome mio e di ringraziarli per aver creato e aver messo al mondo una persona meravigliosa come te. Poi, abbraccia, bacia e fai anche qualcosa di più speciale a Sergio che ha saputo tenerti bella e farti madre di due gioiellini, che spero un giorno possano condividere con Marina un'amicizia vera come quella che tu e Gigliola hanno costruito e che custodite da tanti anni con amore, allegria e semplicità.
Ti abbraccio con tanto affetto.

lunedì, gennaio 19, 2009

Notícias do Macaco Avoador


Grande Osair,
menino, que prazer foi receber seu imeio! Me veio logo em mente aquele encontro simpático que tivemos quando levei a jornalista italiana Paola Ciccioli pra visitar o Diário em 1999, justamente em janeiro! Paola tinha vindo a Natal pra conhecer nossa filha Marina. Caramba, dez anos atrás! Tá lembrado?
Há 7 anos não retorno a Natal ou ao Brasil. Da última vez que estive por aí quase dava um chute à "Bota" e recomeçava a vida sozinho na Cidade do Sol. De volta à Itália, passei por uma fase de depressão terrível, de saudade daquelas que matam a gente. Então decidi que só voltaria à Terrinha quando fosse pra ficar ou pra participar a um projeto que me levasse e me trouxesse de volta à Gigliola e Marina, sem dores, sem tentações. Nestes anos de distância aprendi que são as amizades verdadeiras a herança que resiste mais à ação do tempo. Mantive os laços com várias pessoas, menos de quantas desejasse, e algumas delas até vieram-me visitar por aqui. Chico Canhão com a família, João de Deus da Honda e até Vicente Vitoriano acabei indo encontrar em Roma. Todos eles prometeram voltar este ano. A gente adora receber os amigos em casa. Este é um convite também a você e à sua família. Recebo notícias da galera através dos jornais, dos blogs e das crônicas que o Tácito Costa escreve ad hoc pra mim, contando o que sabe das pessoas que conheço mas que não aparecem nos quotidianos da cidade. Desde que me mudei pra cá, agarrei-me no galho da fotografia feito macaco avoador que pulou longe demais. Por dois anos trabalhei de operário em uma indústria gráfica, mas fotografava até mesmo no horário de serviço. Depois comecei a trabalhar com meus semelhantes: os doidos e os velhos e continuo até hoje. Trabalho num centro de saúde mental e num asilo chic, que aqui chamam casa de repouso. Utilizo a fotografia como instrumento lúdico, relacional e reabilitativo. Acabei-me reciclando profissionalmente. Publiquei um livro com o título "Il Volto e la Voce del Tempo", A Face e a Voz do Tempo. Fiz um mestrado na Universidade de Veneza em Comunicação e Linguagens não Verbais: Musicoterapia, Psicomotricidade e Performance. Agora estou fazendo uma segunda graduação, em psicologia, na Universidade "La Sapienza" de Roma. Comecei a colaborar esporadicamente com a Universidade de Veneza, onde fiz belas amizades e onde encontrei um terreno fértil para continuar uma pesquisa iniciada no campo da fotografia terapêutica ou fototerapia. Moro em Loreto, na região Marche, que se pronuncia "Marque", mas é em Veneza que me sinto como se estivesse em casa, uma casa que flutua no tempo e num espaço improvável. Recentemente recebi as fitas de vídeo em VHS com o registro de 10 anos de presepadas babilônicas e de vida deliciosamente besta da Vila de Ponta Negra. Tudo mofado mas recuperável, como espero seja a memória de um período aventuroso que vivi em plena consciência de que era a parte mais bonita da minha vida. Um grande abraço babilônico a você e a todos da redação do Diário.
Ayres Marques

giovedì, gennaio 01, 2009

Stone Egg

domenica, novembre 30, 2008

Internacional Sambentista

Ouça aí a melodia pro hino ao Colégio de São Bento, apelidado "Internacional Sambentista" pelo Renato Ambrósio, o 513. Agora estão faltando só os versos.

venerdì, novembre 21, 2008

Ayres 50


Ayres 50
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Cinquenta - Fifty - Cinquanta - cinquante - fünfzig

venerdì, ottobre 31, 2008

Fammi Fare

Scopri che cosa Confucio, Tchaikovsky, Karajan, Galimberti, Gesù Cristo, Mario Brunello, Margiotta, Lino Vianello, Ivana Padoan, Paolo Puppa, Luca Rodella e Ayres Marques hanno in comune.

domenica, agosto 03, 2008

Il Morto e lo Straniero


2008.07.27
Mi stavo preparando per andare all'ospedale, per fare la seconda notte affianco a Capo, mio suocero. Ero animato, fiducioso e al contempo sereno. Aspettavo soltanto che il computer finisse di trasferire una cartella da un disco rigido ad un altro. Erano quasi le nove di sera e il trasferimento della cartella gigantesca, contenente tutta la documentazione del Master che avevo fatto a Venezia, si stava finalmente concludendo.
Non volevo affrontare la lunga notte in quella strana solitudine a due, la mia e di mio suocero. Mi occorreva la compagnia del mio portatile. Nella prima notte di veglia alternavo l'assistenza a Capo alla scrittura di un messaggio a vecchi amici di scuola. Poi ho iniziato la lettura sullo schermo dell'Ovvio Ululante di Nelson Rodrigues. Quando si è fatto giorno e l'infermiere imbronciato è arrivato spingendo il suo carrello pieno di aghi, siringhe, bende e antibiotici e sollecitandomi di uscire dalla camera con mezze frasi poco articolate piene di scocciatura, ho capito che io, il mio computer, i miei vecchi amici di liceo, Nelson Rodrigues e anche Romolo Capodaglio eravamo di troppo. Bisognava fare posto alla vita reale, quella fatta di fatica, di rabbia, di fretta, di pane e di escrementi, di fumo e di macchina, di soldi e dell'onnipresente mancanza di essi; una vita in cui la dolcezza, l'affetto, la fratellanza, i sogni sono ancora più stranieri che i famigerati extracomunitari.
Per questa ragione ero contento di andare a fare la seconda notte all'ospedale vicino al mio carissimo e, posso anche dirlo, amato suocero. Per me era un po' come andare a casa, anche se in campeggio e per poco tempo, per stare in compagnia di amici, vicini e lontani. Ero contraddittoriamente euforico come chi parte per un viaggio di ritorno, da clandestino, per attraversare frontiere.
Appena finito il trasferimento della cartella suona il telefono fisso e subito dopo il cellulare di Gigliola. Pensavo che volessero sapere se ero già partito e per questo mi sono anticipato dicendo che sarei arrivato fra poco. Ma Gigliola m'interrompe: "Babbo è morto".
Niente notte insieme a Capo all'ospedale. Siamo andati invece tutti e tre, Gi, Marina e io, per portare l'ultimo vestito del piccolo vecchio Romolo.
Ero sorpreso e deluso. Non potevo immaginare che quel "poco tempo di vita" significasse così poco tempo. Nessuno mi aveva detto che negli accertamenti condotti all'ospedale avessero riscontrato un tumore al polmone che si era esteso anche al fegato. Anche se mi avessero detto del tumore, mi sarei aspettato più tempo, un'agonia meno breve.
L'ultima volta che avevo sentito l'espressione "poco tempo di vita" è stato nel 1985, in Brasile, dopo la seconda operazione di mia madre, Marilva. Il chirurgo ha chiamato i figli per dire: "Niente, non c'è più niente da fare. Inutile qualsiasi cura. Il cancro è troppo ramificato. Vostra madre ha poco tempo di vita"
"Quanto tempo?", domandai.
"Non lo so, ma poco, pochissimo"
Allora sono partito da San Paolo verso Natal, a tre mila chilometri, dove abitavo con Gi, la mia mogliettina giovane e carina, tenendo con me un solo desiderio: portare Marilva a Natal, se possibile, per stare in una casa davanti al mare e, se possibile, con tutta la famiglia riunita intorno a lei.
Ho affittato per tre mesi una casa sulla spiaggia di Cotovelo. I miei fratelli sono riusciti a far volare mia madre, nonostante la riluttanza della compagnia aerea di imbarcare un passeggero così visibilmente malato.
Abbiamo vissuto in quella casa per tre mesi in un frenetico andare e venire di familiari che arrivavano e partivano da lontano. Per alcuni giorni c'eravamo tutti quanti, insieme. Marilva con sua figlia e i suoi figli, anche Baixinho, il suo figlio più piccolo, il nostro fratellino, che ci aveva lasciati cinque anni prima, faceva sentire la sua presenza, e come. C'era Filhinho, suo marito e nostro padre. C'erano i suoi nipoti, i suoi generi e nuore. C'eravamo tutti e Gi ci ha fatto anche una foto di gruppo. Sarebbe stato bello se mia madre fosse morta in quei giorni. Ma no! Marilva è morta due anni più tardi, molto dopo aver affrontato il viaggio di ritorno a San Paolo. Sono stato per ben quattro volte da lei per passare gli "ultimi giorni" al suo fianco. Mamãe ha ricevuto l'estrema unzione per tre volte, dato i dubbi di mio fratello Adolpho sulla scadenza del sacramento. La notizia della sua morte l'ho saputa per telefono. "Se ne è andata, fratello", disse Adolpho. "Grazie, Dio", risposi sollevato.
Quando penso alla morte di mia madre, mi viene in mente il modo come lei mangiava il pollo. Prendeva gli avanzi che noi lasciavamo sul piatto. Li teneva con le mani, e ripuliva con i denti e le labbra tutti quei pezzettini di carne e di muscoli attaccati alle ossa che poi rimanevano da sole, splendenti. Faceva in questo modo anche se c'erano dei pezzi interi sulla fiamminga per lei. "Mi piace così", diceva. Il suo boccone preferito era il culo della gallina. Lo degustava in una beatitudine scandalosa. Ai nostri sguardi critici rispondeva sorridente: "Come mi piace!!!" Sì, Dio l'ha mangiata come lei mangiava il pollo.
Capo era tutto un altro paio di maniche. Uomo pragmatico, padrone di un'intelligenza pratica messa a servizio di una enorme generosità. Imbianchino. Conciliava dentro di sé intelligenza e intuizione, diplomazia e schiettezza, riflessione e irascibilità, con la stessa naturalezza con cui mescolava i colori nel bidone. Capo brillava in una tonalità unica, che non si sbiadiva né con la pioggia né con il sole sebbene fosse meteoropatico. Amante della libertà, il suo motto era: "Faccio come mi pare". Ultimamente mi diceva spesso: "Non ti invecchiare". Aveva lasciato delle direttive precise: "Se io dovessi aver un male, non mi voglio fare operare né sottopormi a quei trattamenti inutili" che aveva testimoniato tante volte negli ultimi anni. Nutriva diffidenza verso i medici e avversione agli ospedali. Negli ultimi mesi era molto depresso. Usciva poco da casa. Dal suo ricovero al suo decesso non è passata neanche una settimana. E così, quando ho fatto la mia prima notte all'ospedale insieme a lui non potevo immaginare che sarebbe stata anche l'ultima. Ogni tanto riusciva ad aprire gli occhi, ad alzare le braccia e per più volte ha chiamato "Mamma". Spesso faceva delle smorfie seguite da gemiti mentre cercava di togliersi il catetere. Era la notte di venerdì, 25 luglio. Capo è morto domenica, 27 alle nove di sera. I sedativi non gli permettevano di bestemmiare, ma se potesse, avrebbe maledetto quel catetere e chi glielo aveva fatto mettere. "Questo è poco ma sicuro", come diceva lui. La sua fine è stata rapida e rasante. Non so se l'avrebbe voluta in questa maniera, ma così è andata. La sua morte è stata schietta come le sue battute. Adesso toccherà a chi lo ha conosciuto e amato custodire dentro di sé un po' della sua luce, della sua energia, della sua vita.

giovedì, maggio 01, 2008

Il Calcetto dove Finisce la Terra


2007.03.05
Sarà stato per il mio compleanno di 8, 9 o 10 anni? O era per Natale che ho chiesto un bellissimo pebolim o "pimbolim", biliardino o calcio balilla? Non mi ricordo se l'ho ricevuto o meno. Mi ricordo benissimo di averlo tanto desiderato. Mi ricordo il negozio al "Largo do Cambuci" che aveva in mostra quel mio oggetto del desiderio. La mia passione per il biliardino è tramontata insieme alla passione per il calcio. Recentemente l'entusiasmo per il calcetto si è riaccesa a causa di mia figlia che lo adora e a causa del gruppo di fototerapia Zoom a Zonzo di Falconara che ha iniziato un divertente torneo di calcino che va di pari passo con le nostre spedizioni fotografiche. Ma soltanto la scoperta della storia di questo giocattolo è riuscita a ricreare la dimensione magica dell'universo infantile e ha fatto anche di più: mi ha regalato un nuovo membro alla mia ridotta squadra di idoli. Alejandro Finisterre ha inventato il "calcio da tavolo" all'età di 17 anni, quando era stato ricoverato in ospedale a causa di una ferita subita durante la guerra civile spagnola. In quella occasione lui ha visto tanti altri giovani ancora più sfortunati di lui che hanno dovuto amputare le gambe. Oltre alla sofferenza causata dal dolore fisico, questi ragazzi soffrivano con il pensiero di non poter mai più giocare a calcio. Per dare rimedio a questo dispiacere, Alejandro, che era appassionato di ping pong , ha immaginato il futbolin: il calcio che si poteva giocare con le mani.Il biliardino ha tanti nomi. In Italia soltanto viene chiamato in tanti modi diversi: calcetto, calcino, biliardino, bigliardino, calciobalilla, calcio balilla e chi più ne sa più ne metta. La popolarità di questo sport è diffusa quasi tanto quanto il calcio stesso. In Brasile si chiama pebolim, io ho sempre detto pimbolim, ma ho sentito chiamare anche totó. In Portogallo si dice matraquilhos, in Inghilterra è table football, in Francia è babyfoot mentre in Turchia langırt e in Iran futbal-dasti e in Germania kicker. In Spagna è futbolín, in Argentina metegol, in Mexico futbolito e negli Stati Uniti foosball. Questa è stata la sua invenzione più famosa, ma la sua vita stessa è stata un susseguirsi di ideazioni di risposte creative e poetiche a tante situazioni di difficoltà, di ingiustizie, di barbarie che il secolo XX ha prodotto così copiosamente come i nomi che indicano il calcetto nel mondo. Il gallego Alejandro Campos Ramìrez, nato a Fisterra, il 6 maggio 1919, ha scelto di morire a Zamora, città del suo miglior amico, il poeta León Felipe, l'8, il 9 o il 10 febbraio 2007. Viva Alejandro Finisterre! E che il suo spirito illumini il nostro giovane millennio.

venerdì, aprile 25, 2008

Un Proverbio al Giorno Leva la Noia di Torno


2007.03.04
Il mio intervento di animazione in casa di riposo si basa fondamentalmente sulla ricerca della dimensione ludica che possono avere tutte le attività quotidiane, anche quelle più banali. Il semplice fatto di riconoscere qualcuno attraverso una fotografia e magari ricordare il nome della persona, o provare a indovinare di chi è quel viso da bambina o spiegare come si prepara un dolce preferito; tutto questo suscita enorme piacere sia nelle persone che cominciano a vedere compromesse le loro facoltà cognitive ben come nei familiari e negli operatori che prendono cura degli anziani. In questo contesto, uno dei giochi più graditi è quello di completare i proverbi iniziati. A volte mi soffermo per domandare il significato di quelle frasi così autorevoli. Le risposte sono spesso molto divertenti, fantasiose. Ogni tanto cerco nella mia memoria dei proverbi brasiliani che corrispondono a quelli italiani e così facendo inizio un viaggio nel mio universo infantile. Sento la voce di mia sorella, mia madre, mio padre, mia nonna, mio nonno e sento il profumo del caffè di casa mia e del tè della casa di nonna Rosa e così anche la luce, l'atmosfera, il calore e i colori di quei ricordi si materializzano e mi riscaldano. Ecco alcuni proverbi italiani che piacciono ai miei vecchietti e alcuni proverbi brasiliani che sono per me particolarmente evocativi , anche se non sono sempre d'accordo col messaggio che veicolano:

Chi troppo abbraccia nulla stringe.
Chi si loda, si sbroda.
Chi si accontenta, gode.
Campa cavallo che l’erba cresce.
Uomo avvisato, è mezzo salvato.
Chi disprezza, compra.
Chi dorme non piglia pesci.
Chi tardi arriva male alloggia.
Fidarsi è bene, non fidarsi è meglio.
Tanto va la gatta al lardo che ci lascia lo zampino.
Occhio non vede cuore non duole.
Il lupo perde il pelo, ma non il vizio.
Tra moglie e marito non mettere il dito.
Il mondo è bello perché è vario.
Tutto il mondo è paese.
Paese che vai, usanze che trovi.
L’amore non è bello se non è litigarello.
Non si può avere la botte piena e la moglie ubriaca.
Chi fa da sé, fa per tre.
Il buon giorno si vede dal mattino.
Moglie e buoi dei paesi tuoi
Mal comune, mezzo gaudio.
La lingua batte dove il dente duole.
Fatta la legge, trovato l’inganno.
Gallina vecchia fa buon brodo.
L’Epifania tutte le feste porta via.
Tra il dire e il fare c’è di mezzo il mare.
Dio li fa e poi li accoppia.
Patti chiari, amicizia lunga.
Chiodo scaccia chiodo.

Provérbios Brasileiros


A calunia é como carvão, quando não queima, suja a mão. (Bras-net, SC)
A esperanca é a ultima que morre, mas morre. (Bras-net, SP)
A fome é o melhor tempero. (PE)
A força da corrente está no elo mais fraco. (RJ)
A grama do vizinho é sempre mais verde. (Bras-net, ES)
A justiça divina tarda, mas não falha. (RJ)
A língua bate onde o dente dói. (RN)
A maneira mais rápida de se tocar uma boiada é devagar. (Bras-net, MS)
A mentira tem pernas curtas. (Bras-net, SP)
A paciência tem limites. (PI)
A pressa é a inimiga da perfeição. (RJ)
A sorte ajuda os ajudazes. (SP)
A união faz a força. (Bras-net, SP)
A vida tem altos e baixos. (RJ)
A vingança é doce, mas os frutos são amargos. (AC)
A voz do povo é a voz de Deus. (RJ)
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. (RJ)
Águas passadas não movem moinho. (RJ)
Ajoelhou, tem que rezar. (Bras-net, SP)
Alegria de pobre dura pouco. (Bras-net, SP)
Amanhã é outro dia. (RJ)
Amigo certo é o das horas incertas. (RJ)
Amigos, amigos, negócios à parte. (RJ)
Amor de pica é amor que fica. (Bras-net, SP)
Amor com amor se paga. (Bras-net, BA)
Antes só do que mal acompanhado. (Bras-net, RJ)
Antes tarde do que nunca. (Bras-net, SP)
Antes um pássaro na mão, que dois voando. (MG)
Aonde a vaca vai, o boi vai atrás. (Bras-net, SP)
Apressado come cru e atrasado não come. (Bras-net, SP)
Aqui se faz, aqui se paga. (Bras-net, SP)
As aparências enganam. (RJ)
As melhores essências estão nos menores frascos. (RJ)
Atos falam mais que palavras. (RJ)
Baiano burro nasce morto. (Bras-net, BA)
Bicho ruim não morre. (PI)
Brincadeira tem hora. (Bras-net, SP)
Cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça. (Bras-net, MG)
Cão que ladra não morde. (Bras-net, SP)
Cada cabeça uma sentença. (RJ)
Cada louco com a sua mania. (RJ)
Cada macaco no seu galho. (RJ)
Cada um por si, Deus por todos. (SP)
Cada um puxa a brasa pra sua sardinha. (RJ)
Cajueiro doce é que leva pedrada. (RN)
Casa de ferreiro, espeto de pau. (RJ)
Cesteiro que faz um cesto, faz um cento. (GO)
Conhece-se o marinheiro, no meio da tempestade. (SE)
Dança-se, conforme a música. (RJ)
De grão em grão a galinha enche o papo. (Bras-net, SP)
De boa inteção o inferno está cheio. (RJ)
De médico e de louco todos nós temos um pouco. (RJ)
De pensar morreu um burro. (RJ)
Depois da tempestade vem a bonança. (RJ)
Desgraça pouca é bobagem. (RJ)
Deus ajuda quem cedo madruga. (MS)
Deus dá o frio conforme o cobertor. (RJ)
Deus escreve o certo, por linhas tortas. (RJ)
Deus não dá asas à cobra. (RJ)
Devagar com o andor, que a santa é de barro! (RJ)
Devagar se vai ao longe. (RJ)
Diga-me com quem andas que eu te direi tu quem és. (Bras-net, SC)
Dois bicudos não se beijam. (RJ)
Dor de barriga não dá uma vez só. (Bras-net, SP)
Dos males, o menor. (RJ)
É melhor prevenir, que remediar. (RJ)
É melhor um jumento que me carregue, que um cavalo que me derrube. (Bras-net, SP)
Em boca fechada não entra mosca.
Em briga de marido e mulher não se mete a colher. (RJ)
Em casa de enforcado, não se fala em corda. (RJ)
Em cavalo dado, não se olham os dentes. (RJ)
Em mulher, não se bate nem com uma flor. (RJ)
Em Roma, como os romanos. (Bras-net, SP)
Em terra de cegos, que tem olho é rei. (Bras-net, SP)
Em time que está vencendo, não se mexe. (Bras-net, SP)
Errando se aprende. (RJ)
Errar é humano, persistir no erro é burrice. (RJ)
Faça o bem sem olhar a quem. (RJ)
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. (RJ)
Ficar com a pulga atrás da orelha. (Bras-net, SP)
Filho de peixe peixinho é. (Bras-net, SP)
Galinha velha da bom caldo, mas franga nova faz galo velho cantar. (Bras-net, SP)
Gato escaldado tem medo de água fria. (Bras-net, SP)
Gosto não se discute. (RJ)
Há mal que vem pra bem. (MS)
Há sempre um chinelo velho para um pé cansado. (Bras-net, SP)
Isso é conversa para boi dormir. (Bras-net, MS)
Jogar verde pra colher maduro. (Bras-net, SP)
Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. (Bras-net, SP)
Laranja madura, na beira da estrada, tá bichada, oh Zé, ou tem marimbondo no pé. (Bras-net, SP)
Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. (Bras-net, SP)
Macaco que muito pula leva chumbo. (Bras-net, SP)
Mais agitado que siri na lata. (Bras-net, SP)
Mais apertado do que sardinha em lata. (Bras-net, SP)
Mais feio que briga de foice na escuridão. (Bras-net, RJ)
Mais perdido do que cachorro em dia de mudança. (Bras-net, SP)
Mais perdido do que cego em tiroteio. (Bras-net, RJ)
Mais por fora que umbigo de vedete. (Bras-net, SP)
Mais vale estrada velha que vereda nova. (AL)
Mais vale ler um homem que cem livros. (RJ)
Mais vale um amigo na praça, do que dinheiro em banco. (RJ)
Mais vale um gosto do que um vintém no bolso. (RJ)
Mais vale um mau acordo do que uma boa questão. (Bras-net, SP)
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. (RJ)
Matar dois coelhos, com uma só cajadada só. (Bras-net, SP)
Melhor perder um minuto na vida do que a vida em um minuto. (Bras-net, SP)
Melhor prevenir que remediar. (Bras-net, SP)
Mentira tem pernas curtas. (RJ)
Merda quanto mais se mexe mais fede. (Bras-net, RJ)
Mineiro trabalha em silêncio. (MG)
Mulher e fotografia só se revelam no escuro. (Bras-net, SP)
Na boca de quem não presta, quem é bom não tem valia. (PE)
Nada como um dia após o outro. (RJ)
Não adianta chorar o leite derramado. (Bras-net, SP)
Não adianta tampar o sol com a peneira. (RJ)
Não ata nem desata. (MS)
Não cante vitória antes do tempo. (RJ)
Não deixe pra amanhã o que se pode fazer hoje. (RJ)
Não embarque em canoa furada. (Bras-net, SP)
Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe. (RJ)
Não há carne sem osso, nem farinha sem caroço. (CE)
Não há manjar que não enfastie, nem vício que não enfade. (PI)
Não se cospe no prato em que se come. (RJ)
Não cutucar a onça com a vara curta. (Bras-net, RJ)
Não se dá murro em ponta de faca. (RJ)
Não se pode chupar cana e assobiar ao mesmo tempo. (PE)
Não se troca o certo pelo duvidoso. (RJ)
Necessidade aguça o engenho. (PE)
Nem fode, nem sai de cima. (Bras-net, SP)
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. (RJ)
Nem tudo que reluz é ouro. (RJ)
Ninguém é insubstituível. (RJ)
Ninguém nasce sabendo. (RJ)
Nunca diga desta água não beberei. (RJ)
O que passou, passou. (RJ)
O barato sai caro. (RJ)
O bom filho à casa torna. (RJ)
O corno é sempre o último a saber. (Bras-net, SP)
O feitiço sempre vira contra o feiticeiro. (RJ)
O fim justifica os meios. (SP)
O futuro a Deus pertence. (RJ)
O hábito é uma segunda natureza. (SP)
O homem põe, Deus dispõe. (RJ)
O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. (BA)
O melhor da festa é esperar por ela. (RJ)
O olho do dono é que engorda o porco. (MG)
O pão do pobre cai sempre com a manteiga pra baixo.
O pior cego é aquele que não quer ver. (Bras-net, SP)
O pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada. (MG)
O que é bom, dura pouco. (RJ)
O que é do hômi, o bicho não cômi. (GO)
O que é que tem o cu a ver com as calças? (Bras-net, RJ)
O que não mata, engorda. (RJ)
O que os olhos não vêem o coração não sente. (Bras-net, SP)
O que seria do roxo se todos gostassem do amarelo? (RJ)
O que vem de baixo não atinge! (Bras-net, SP)
O Sol nasce pra todos. (SC)
Os cães ladram e a caravana passa. (Bras-net, SP)
Os incomodados que se mudem. (RJ)
Paciência tem limites. (RJ)
Palavra de rei não volta atrás. (RJ)
Pão, pão, queijo, queijo. (RJ)
Para bom entendedor, meia palavra basta. (Bras-net, SP)
Pau que nasce torto morre torto. (Bras-net, BA)
Pedra que rola não cria limo. (RJ)
Periquito come o milho, papagaio leva a fama. (Bras-net, SP)
Peru é que morre na véspera. (RJ)
Pimenta no cu dos outros é refresco. (Bras-net, SP)
Pior a emenda que o soneto. (RJ)
Pisar em ovos. (Bras-net, SP)
Pisar na bola. (Bras-net, RJ)
Pode vir quente que eu estou fervendo. (Bras-net, SP)
Por trás de um grande homem, há sempre uma grande mulher. (Bras-net, SP)
Pra Deus, nada é impossível. (RJ)
Presente de grego. (Bras-net, SP)
Promessa é dívida. (RJ)
Quando a esmola é muita, até o santo desconfia. (RJ)
Quem ama o feio, bonito lhe parece. (RJ)
Quem avisa, amigo é. (RJ)
Quem cala, consente. (RJ)
Quem canta, seus males espanta. (RJ)
Quem casa quer casa. (RJ)
Quem cochicha, o rabo espicha. (RJ)
Quem com ferro fere, com ferro será ferido. (RJ)
Quem conta um conto, aumenta um ponto. (RJ)
Quem cospe pra cima, na cara lhe cai. (PE)
Quem dá aos pobres, empresta a Deus. (RJ)
Quem desdenha, quer comprar. (RJ)
Quem disso cuida, disso usa. (Bras-net, SP)
Quem diz o que quer, ouve o que não quer. (RJ)
Quem é vivo, sempre aparece. (RJ)
Quem escuta, o rabo encurta. (MG)
Quem foi rei, nunca perde a majestade. (RJ)
Quem muito quer saber, mexerico quer fazer. (RJ)
Quem muito se abaixa, o cu aparece. (Bras-net, SP)
Quem não arrisca, não petisca. (RJ)
Quem não chora, não mama. (RJ)
Quem não deve, não teme. (RJ)
Quem não se comunica, se trumbica. (RJ)
Quem não tem cão, caça com gato. (RJ)
Quem não tem colírio, usa óculos escuros. (Bras-net, SP)
Quem nasce para tostão não chega a milhão. (MS)
Quem os meus filhos beija, a minha boca adoça. (RJ)
Quem paga adiantado, é sempre mal servido. (GO)
Quem planta vento, colhe tempestade. (RJ)
Quem procura, acha. (RJ)
Quem quiser emendar o mundo, comece por si. (RJ)
Quem ri por último ri melhor. (Bras-net, SP)
Quem se avexa, come cru. (BA)
Quem tem boca, vai a Roma. (RJ)
Quem trabalha de graça é relógio. (Bras-net, SP)
Quem tudo quer, tudo perde. (RJ)
Quem vê cara, não vê coração. (RJ)
Quem viver, verá. (MS)
Querer é poder. (RJ)
Rei morto, rei posto. (RJ)
Ri melhor, quem ri por último. (RJ)
Roma não foi feita num dia. (RJ)
Roupa suja se lava em casa. (RJ)
Ruim com ele, pior sem ele. (RJ)
Saco vazio não para em pé. (Bras-net, SP)
Santo de casa não faz milagres. (RJ)
Sapo de fora não chia. (MS)
Sapo não pula por boniteza, mas por precisão. (CE)
Se conhece o marinheiro, no meio da tempestade. (SE)
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. (Bras-net, RJ)
Se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé. (Bras-net, SP)
Se morrer é descanso, quero morrer cansado. (Bras-net, RJ)
Se quer conhecer o vilão, meta-lhe a vara na mão. (MG)
Seguro morreu de velho. (RJ)
Seja dono da sua boca, para não ser escravo de suas palavras! (Bras-net, SP)
Só se dá valor ao que se tem, depois que se perde. (RJ)
Sorrir é o melhor remédio. (Bras-net, SP)
Tal pai, tal filho. (RJ)
Tamanho não é documento. (RJ)
Tempo é dinheiro. (Bras-net, SP)
Um dia é da caça, outro do caçador. (RJ)
Um é pouco, dois é bom, três é demais. (RJ)
Um erro não justifica o outro. (RJ)
Um homem prevenido vale por dois. (RJ)
Uma andorinha só não faz verão. (RJ)
Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto. (Bras-net, SP)
Uma vela a Deus, outra ao diabo. (Bras-net, BA)
Vai com Deus. (Bras-net, RJ)
Várias cabeças pensam melhor do que uma. (Bras-net, SP)
Vaso ruim não quebra. (RJ)
Veja de perto pra contar o certo. (RJ)
Vivendo e aprendendo. (PE)
Vou te mostrar com quantos paus se faz uma canoa! (RJ)

sabato, aprile 19, 2008

Larry Coryell a Loreto


2007.03.02
Una sera Gabriele mi ha telefonato per dire che Larry Coryell era a Loreto per un concerto al Palacongressi , a 200 metri da casa mia. "Vieni?" È stato uno dei più bei concerti che io abbia mai visto dal vivo. A due passi da casa, e io non avrei mai saputo niente se Gabriele non me lo avesse avvertito.





lunedì, aprile 14, 2008

Sambentistas do Samba


2007.02.28
Aqui na Itália torci pelo Roma porque era o time de Falcão, depois passei pro Inter de Ronaldo e agora tenho simpatia pelo Milan de Kaká. Sou brasileiro. Fui corintiano roxo. No Rio Grande do Norte torcia pro América. Adorava o Senna e Ulysses Guimarães. Fui imperador e escravo do Babilônia e sou Cidadão Natalense. Em São Paulo me perdi, em Cambridge eu me busquei, em Berlim ich war ein Berliner, em Veneza podia até morrer. Mas se existe uma camisa que visto e que é como a minha pele, algo que me define e me liberta, que me inspira e do qual me orgulho; se ainda sou alguma coisa que sempre fui e sempre serei, então devo dizer que sou São-Bentista, ou como prefiro grafar, Sambentista, porque o São Bento dá Samba. E agora não sambo mais sozinho, tem o surdo do Rato e o violão do Bosco, o tamborim do lorde Gil e o agogô do Tony. Segura a cuíca, Zé Kalos! E abram alas pro Adolpho, o Ambrósio, o Tião, o Weber, o Wellington, o Gilberto e a mulata do Arthur passarem.